February 4, 2007

Falar do bom mas também do mau do tuning

Recentemente reflectia sobre a evolução das revistas de tuning Nacionais. É certo que a qualidade dos artigos e dos conteúdos tem evoluido de forma positiva nos últimos tempos. Alguns dos artigos têm focado assuntos que normalmente não eram abordados e há prespectivas de serem incorporadas novas secções. Não temos uma grande diversidade de publicações (Maxi Tuning e Magiktuning), mas o que é certo é que a nossa dimensão não tem espaço para mais. Mesmo assim de vez em quando lá surgem artigos sobre o mesmo carro em ambas as revistas, o que até nem é de estranhar.

Ambas as publicações têm insistido em assuntos como a legalização do tuning, informando sobre as associações e entidades que tentam regulamentar a actividade, sobre o que fazem e o que não fazem estas associações, apontando também o dedo aos que praticam street racing e a assuntos como a qualidade das estradas ou as barbaridades da nossa lei ou do código da estrada.

Grande parte do conteúdo das revistas de tuning é a apresentar os carros modificados, com fotografias e descrição das alterações, quase sempre acompanhado por uma ficha técnica que nem sempre é completa. Mas acho que há um aspecto que poderia ser melhorado. Estas publicações deveriam passar não só a identificar os aspectos positivos das preparações e projectos que aparecem nas suas páginas, como passar a apontar o dedo a tudo o que de negativo esses projectos apresentam.

Não me lembro de ter visto alguma vez escrito que determinado pára-choques em fibra estava mal aplicado, que um sistema de travagem não tinha sido alterado depois de aumentada a potência do motor, que a diversidade e escolha de cores no interior de um carro não estava bem feita, etc.

Comparando por ex com o resto das revistas automóveis, sempre que avaliam e fazem uma reportágem sobre um novo modelo, aparece sempre um quadro resumo com os MAIS e os MENOS de cada modelo. Sempre que alguem procura carro novo e lê estas revistas, leva sempre em consideração a apreciação que é feita, tanto do que de bom tem um modelo como dos aspectos negativos.

Assim, acho eu que apontando-se o dedo ao que está mal em determinada preparação, faz por um lado que o dono tenha algum cuidado a corrijir a situação, mas mais importante ainda, faz com que os leitores da revista se apercebam da importância desses pormenores e não cometam os mesmos erros.

Esta pequena alteração na redação dos textos poderia a curto prazo ter resultados positivos para o tuning em Portugal.

3 Comments »

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  1. Realmente a crítica constructiva não está presente neste universo. Confude-se gosto com senso estético e não se entende ( nem se faz o mínimo esforço para tal…) a natureza e história dos modelos e marcas a serem alterados. Apesar de ter todo os meus carros modificados não me consigo identificar com o universo tuning português

    Comment by JLandolt — February 5, 2007 @ 9:34 am

  2. Desculpem colocar aqui o meu problema.
    tenho um ZX300 e preciso de um eixo centrl novo e não sei como consegui-lo.
    preciso de ajuda

    Comment by JP — February 5, 2007 @ 3:21 pm

  3. quiereo un carro de carrera modificado

    Comment by hermes — September 17, 2007 @ 8:27 pm

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